Osteopatia

Uma abordagem centrada na pessoa.

A Osteopatia é uma profissão de saúde centrada na avaliação, diagnóstico diferencial e abordagem das alterações da função e do movimento, considerando a pessoa de forma integrada.

Associação dos Osteopatas de Portugal
Compreender a Osteopatia

O que é a Osteopatia?

A Osteopatia é uma terapêutica com uma abordagem sistémica dos cuidados prestados, que considera o ser humano como uma unidade funcional dinâmica.

No exercício da Osteopatia é dada particular atenção ao sistema neuro-músculo-esquelético, à biomecânica e à relação entre a estrutura e a função. A intervenção osteopática integra o diagnóstico diferencial e estrutural, o tratamento manipulativo e outras técnicas necessárias ao adequado desempenho profissional.

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Uma abordagem sistémica

A Osteopatia considera a pessoa como uma unidade funcional dinâmica, reconhecendo a interligação entre diferentes estruturas, funções e dimensões do ser humano.

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Estrutura e função

A prática osteopática atribui especial atenção à integridade estrutural e funcional do corpo, à biomecânica do sistema neuro-músculo-esquelético e à sua relação com a fisiologia do organismo.

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Avaliação e intervenção

O exercício profissional envolve a recolha e interpretação de informação, o diagnóstico diferencial e estrutural e a utilização de técnicas manuais e outras afins adequadas ao âmbito da Osteopatia.

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Segurança, responsabilidade e encaminhamento

O Osteopata deve reconhecer situações que ultrapassem o âmbito da Osteopatia e encaminhar a pessoa, sempre que necessário, para o profissional de saúde mais habilitado a intervir na situação identificada.

Prática profissional

Como atua o Osteopata?

A intervenção osteopática resulta de um processo de avaliação, raciocínio e decisão clínica, orientado pelas necessidades de cada pessoa e pelos princípios de segurança e responsabilidade profissional.

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Recolher e compreender

O Osteopata recolhe informação relevante e analisa as queixas apresentadas, o contexto e outros elementos necessários à compreensão da situação do utente.

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Avaliar

A avaliação pode integrar observação, palpação, análise da amplitude dos movimentos e outros procedimentos adequados à prática osteopática.

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Decidir e intervir

Os dados recolhidos são interpretados e fundamentam o raciocínio e as decisões do Osteopata, incluindo a definição do plano e das técnicas osteopáticas consideradas adequadas.

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Acompanhar

O plano conta com a participação ativa e consentida do utente e inclui a avaliação regular da evolução e dos resultados ao longo do acompanhamento.

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Saber quando encaminhar também faz parte da prática.

O Osteopata deve reconhecer situações que possam estar fora do âmbito da Osteopatia e encaminhar, sempre que necessário, para o profissional de saúde mais habilitado a intervir.

Âmbito de intervenção

Em que situações intervém a Osteopatia?

A intervenção osteopática enquadra-se nas competências legalmente definidas para a profissão e pressupõe uma avaliação adequada de cada utente.

Principal âmbito de atuação

Sistema neuro-músculo-esquelético e alterações relacionadas.

A Osteopatia tem como objetivo diagnosticar diferencialmente, tratar e prevenir distúrbios neuro-músculo-esqueléticos e outras alterações relacionadas, utilizando técnicas manuais e outras afins no âmbito da prática osteopática.

A sua intervenção considera ainda alterações das funções fisiológicas e da regulação da homeostase relacionadas com disfunções somáticas, neuro-músculo-esqueléticas e elementos vasculares, linfáticos e neuronais relacionados.

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Biomecânica e função

A Osteopatia dá especial atenção à biomecânica do sistema neuro-músculo-esquelético e à sua relação com a fisiologia do organismo.

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Uma abordagem integrada

A avaliação osteopática considera a relação entre estrutura e função e a interligação entre diferentes sistemas e tecidos do organismo.

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A Osteopatia tem um âmbito profissional definido.

Sempre que as queixas do utente possam indicar uma patologia ou situação fora do âmbito da Osteopatia, o Osteopata deve reconhecê-la e encaminhar o utente para o profissional de saúde mais habilitado a intervir.

Segurança do utente
Profissão regulamentada

A Osteopatia em Portugal.

O acesso e o exercício da profissão de Osteopata encontram-se legalmente regulamentados em Portugal, com requisitos próprios de formação e habilitação profissional.

Formação superior

Uma formação específica para o exercício da profissão.

O ciclo de estudos conducente ao grau de licenciado em Osteopatia integra formação em ciências fundamentais, ciências e técnicas clínicas, princípios da Osteopatia e prática da Osteopatia.

4 anos de formação
240 créditos ECTS
1000h mínimas de estágio
Formação

Licenciatura em Osteopatia

O acesso à profissão depende, nos termos gerais legalmente previstos, da titularidade do grau de licenciado em Osteopatia obtido através de um ciclo de estudos compatível com os requisitos legalmente estabelecidos.

Habilitação profissional

Cédula profissional

O exercício da profissão de Osteopata está reservado aos detentores da correspondente cédula profissional, emitida nos termos legalmente estabelecidos.

Proteção do título

O título de Osteopata é reservado

A utilização do título profissional de Osteopata está reservada aos profissionais detentores da correspondente cédula profissional.

Escolher com segurança

Como verificar um Osteopata?

Antes de recorrer a um Osteopata, pode confirmar a sua habilitação profissional através do registo público oficial ou procurar um profissional associado da AOST através do nosso diretório.

O Diretório AOST apresenta profissionais associados da Associação dos Osteopatas de Portugal e não substitui o registo público oficial. A ausência de um profissional no Diretório AOST não significa, por si só, que este não se encontre legalmente habilitado para o exercício da profissão.

Na prática

O que esperar de uma consulta de Osteopatia?

Cada consulta é adaptada ao utente e à sua situação. A avaliação permite ao Osteopata recolher a informação necessária para fundamentar as decisões relativas à intervenção osteopática.

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Conhecer

História do utente

A consulta começa pela recolha de informação relevante sobre as queixas, antecedentes, estado de saúde e outros elementos importantes para compreender a situação apresentada.

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Avaliar

Exame e avaliação

O Osteopata procede à avaliação adequada, podendo recorrer à observação, palpação, análise dos movimentos e outros procedimentos relevantes para a prática osteopática.

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Informar

Plano e consentimento

O Osteopata explica a abordagem proposta e estabelece um plano com a participação ativa e consentida do utente, de acordo com a situação identificada.

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Intervir

Tratamento osteopático

Quando indicado, são aplicadas técnicas osteopáticas adequadas ao utente, à avaliação realizada e aos objetivos definidos no plano de tratamento.

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Acompanhar

Reavaliação

A evolução é avaliada ao longo do acompanhamento, permitindo adequar o plano, avaliar os resultados e encaminhar o utente quando necessário.

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O utente participa nas decisões sobre os seus cuidados.

A informação e o esclarecimento são elementos essenciais da relação terapêutica. O tratamento deve integrar a participação ativa e consentida do utente, que deve ser informado sobre a intervenção proposta.

Confiança e responsabilidade

Direitos do utente e responsabilidade profissional.

A relação entre o Osteopata e o utente deve assentar na segurança, na informação, no respeito pela autonomia e numa atuação responsável dentro das competências próprias da profissão.

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Informação e consentimento

O utente deve receber informação adequada sobre a intervenção proposta e participar de forma ativa e consentida nas decisões relativas ao seu plano de tratamento.

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Confidencialidade

O Osteopata deve respeitar a confidencialidade da informação relativa ao utente e assegurar uma relação profissional baseada na confiança e no respeito.

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Registos adequados

A prática profissional inclui a manutenção de registos claros e adequados sobre a avaliação, as decisões tomadas, a intervenção realizada e a evolução do utente.

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Segurança do utente

O Osteopata deve avaliar a situação apresentada, reconhecer fatores relevantes para a segurança e adequar a sua atuação às circunstâncias identificadas.

05

Limites profissionais

O profissional deve reconhecer situações que ultrapassem o âmbito da Osteopatia e encaminhar o utente para o profissional de saúde mais habilitado a intervir quando necessário.

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Comunicação responsável

A comunicação profissional deve ser clara e responsável, sem criar falsas expectativas relativamente aos resultados da intervenção ou apresentar garantias de cura.

Prática responsável

A autonomia profissional do Osteopata implica também responsabilidade pelas suas decisões e pela sua prática. Reconhecer os limites da intervenção, informar o utente e encaminhar quando necessário são componentes fundamentais de uma prestação de cuidados responsável.

Osteopatia em Portugal

Conheça a profissão. Encontre um Osteopata.

Consulte o Diretório AOST para encontrar profissionais associados ou conheça o percurso de formação e os requisitos para o exercício da Osteopatia em Portugal.